O seguro ou subsídio é o mais solicitado pelos trabalhadores independentes. Se é um deles e não sabe porque o fazem, nós explicamos-lhe neste artigo.
Porquê subscrever um seguro de incapacidade temporária?
Dissociação entre rendimentos e contribuições
Um trabalhador independente tem um determinado rendimento, mas, atualmente, a sua contribuição não tem qualquer relação com esse rendimento.
Isto significa que, embora possa ganhar 2 000-3 000 euros por mês como trabalhador independente, ou mesmo mais em alguns casos, 90 % dos trabalhadores independentes pagam a contribuição mínima (ou seja, em 2018), 920 euros/mês). Esta base contributiva é o valor sobre o qual são aplicadas as percentagens para determinar as prestações da Segurança Social.
Se, em caso de baixa por doença, receber 75% da sua base de contribuição, ou seja, 663,30 euros por mês, aos quais deve ser deduzida a contribuição RETA, o seu o rendimento líquido é inferior a 400 euros. TEMOS UM PROBLEMA.
Incapacidade e doença prolongada
O doenças graves, Infelizmente, estão a aumentar de ano para ano. Na nossa humilde opinião, não se faz uma apólice de seguro para um mês ou algumas semanas de baixa por doença.
A razão deve ser o facto de um problema de saúde grave, causado por uma doença ou um acidente, nos afastar da nossa profissão durante um longo período de tempo. Estamos a pensar num acidente de viação, num cancro, num acidente vascular cerebral... Aqueles que têm problemas que nos impedem de trabalhar e ganhar o dinheiro que a nossa família precisa.

Proporciona um benefício fiscal
Sabemos que está sempre a tentar reduzir a sua fatura fiscal. Se é trabalhador independente e paga impostos diretos, tem direito a deduzir este seguro para efeitos fiscais. até 500 euros por ano.
Também os trabalhadores com rendimentos elevados
Se, pelo contrário, é um assalariado/trabalhador por conta de outrem e ganha mais do que a contribuição máxima para a segurança social (para 2015 é de 3,606 por mês), o que significa que, em caso de anulação, ser-lhe-á pago um máximo de 75% deste montante.
Assim, as pessoas que têm salários superiores a 50 000 euros por ano, vêem-se confrontados com a falta de cobertura.que é a diferença entre o salário que recebem todos os meses e o que a Segurança Social lhes paga quando estão de baixa, no máximo (2 704 euros por mês em 2015).
A importância da sua família
Porque tu e a tua família são o mais importante, e é nossa responsabilidade dar a conhecer às famílias as prestações a que têm direito e as lacunas que podem existir nas várias contingências que podem ocorrer. Se estamos habituados a um determinado nível de vida com um determinado rendimento, temos de garantir que, aconteça o que acontecer, faremos o nosso melhor para o manter.
Prestações de segurança social para trabalhadores independentes
Deixamos aqui um ficheiro em anexo que julgamos poder ser de interesse, sobretudo para quem está no RETA, para analisar a sua situação particular, até com alguns exemplos práticos.
Acreditamos que o nosso trabalho é aconselhar e, como tal, efectuamos estudos personalizados para calcular esta falta de cobertura e a forma de a resolver. Se precisar de uma explicação mais pormenorizada, contacte-nos, não hesite em contactar-nos. Se quiser saber mais sobre seguros pessoais, Aqui está um link.


