Como já discutimos em posts anteriores, existe um Défice da segurança social que poderíamos chamar de “sistémico”. Hoje vamos falar sobre como o O Governo tenciona remendar a situação na solução deste grave problema, que nos afecta hoje e amanhã.
O recente défice da Segurança Social
Em 2016, foram retirados quase 20 mil milhões de euros do “Cofrinho das pensões”. Como se costuma dizer, aquele ficou “tremores”, após a pilhagem dos últimos anos:
- Dos 66 mil milhões de euros acumulados em 2011
- Para os menos de 16 mil milhões deixados no Fundo de Reserva no final de 2016
Já avançámos em dezembro passado que os números não foram divulgados para 2017, A este ritmo de levantamento, o saldo esgotar-se-ia antes do final do ano. É assim que tem sido, O governo teve de reagir, agora veremos como.
Um empréstimo do Tesouro à Segurança Social
Esta seria a grande manchete... O governo decidiu emprestar dinheiro à Segurança Social para poder pagar as pensões.
Tendo em conta o défice existente, optámos por não esgotar o pequeno saldo remanescente do Fundo de Reserva, mas por fazê-lo desta forma, Empréstimo de 10,129 milhões de euros.
Parece que, apesar do empréstimo, será ainda necessário fazer um esforço maior, uma vez que o défice estimado é de cerca de 16,5 mil milhões de euros. Esta diferença será coberta pelo mealheiro das pensões, que se manterá em cerca de 10 mil milhões de euros.
Perspectivas futuras da segurança social
Tudo isto não é motivo para otimismo. Além disso, de acordo com as informações que podemos ver na imprensa, o Executivo está a inflacionar a previsão das receitas da Segurança Social. Estão a incluir no Orçamento estimativas de crescimento para este ano de 6,81 PT3T nas receitas, quando até fevereiro o crescimento é de 41 PT3T.
Os jovens estão conscientes de que, na idade da reforma, as pensões públicas serão muito mais reduzidas do que atualmente. Para todos os que estão em condições de o fazer, seria aconselhável subscrever um tipo de plano de poupança para nos ajudar a complementar essa pensão.
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